terça-feira, 24 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
BARATA EM ONIBUS GERA INDENIZAÇÃO
A Viação Itapemirim foi condenada a indenizar uma passageira que sofreu fortes dores de cabeça provocadas por uma barata que se alojou no seu ouvido durante uma viagem entre a Bahia e o Distrito Federal. De acordo com a ação, testemunhas confirmaram a versão da autora e a empresa de ônibus terá de pagar R$ 10 mil a título de danos morais. A decisão é do Juiz da 2ª Vara Cível de Brasília, Jansen Fialho de Almeida, e cabe recurso.
Na sentença, o juiz destacou que a limpeza do ônibus não era adequada, o que causou a presença de insetos no interior do veículo. "Tal fato conduz inegavelmente ao reconhecimento da falha na prestação do serviço, porquanto cumpre à ré diligenciar para que os passageiros possam viajar em condições adequadas de higiene e limpeza" esclarece. Ao final, decidiu que os fatos narrados caracterizam a hipótese de dano moral, pois a autora sofreu grande constrangimento perante os demais passageiros, além da dor de cabeça e de ouvido.
O julgador considerou relevante a narrativa de testemunhas que informaram que no início da viagem a passageira não apresentava nenhum problema e, após algumas horas, passou a reclamar de dor de cabeça. Um das testemunhas ainda confirmou ter encontrado outra barata no interior do ônibus. Na definição do magistrado, as provas são harmônicas e conduzem à conclusão de que o inseto entrou no ouvido da autora durante o trajeto.
Segundo a autora, em outubro de 2006, durante uma viagem de ônibus no trajeto entre Petrolina (BA) e Brasília (DF), uma barata entrou no seu ouvido direito, causando intensa dor de cabeça, tonturas e inflamação. O motorista do ônibus interrompeu a viagem por duas vezes para levá-la ao hospital, mas não foi possível solucionar o problema.
A passageira ressalta que somente ao chegar a Brasília, após atendimento no Hospital de Base, o inseto foi retirado do seu ouvido. Ela argumentou, também, ter sofrido profundo constrangimento durante a viagem, diante dos comentários de outros passageiros. Sustenta que teve labirintite e ficou sem condições para trabalhar, necessitando de companhia permanente para auxiliá-la nas tarefas rotineiras. A autora pediu R$ 30 mil pelos danos morais, R$ 20 mil pelos danos materiais e R$ 200 mil pelos lucros cessantes.
A defesa da Viação Itapemirim contestou a acusação, alegando que a autora não conseguiu comprovar o dano sofrido e nem o nexo causal. Sustenta que os fatos narrados não caracterizam a hipótese de dano moral e o valor sugerido pela autora é desproporcional. Pediu também a impugnação do suposto dano material, e o lucro cessante, por não terem sido demonstrados. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
CRIADOR DO LOGRADOUROS DE MIRACEMA ESTÁ INTERNADO
A internação de Luiz Carlos, que foi agraciado em Miracema com o título de cidadania, já dura mais de um mês e seu estado de saúde é grave, segundo o relato.
Nós, do blog Miracema, estamos orando pelo restabelecimento da saúde do amigo, colaborador e incentivador do registro da história de nossa cidade.
CARTAZ ANTIGO GERA POLÊMICA

A única diversão anual facultada ao povo de Miracema, no dia do seu aniversário, era paga.
Portanto, dia 3 de maio, grande show com Luan Santana, gratuito, para todos os miracemenses e visitantes. O dia escolhido é o dia do aniversário da cidade de Miracema!!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Uma voz uníssona e congelada no tempo. Artigo de Maria Celina D'Araujo
Depois do golpe civil-militar de 1964, o Clube dedicou-se a manifestações "cívicas" que faziam a defesa do regime e do anticomunismo mas tudo começou a mudar com a redemocratização em 1985. O Clube transformou-se então em um espaço de defesa da ação militar durante a ditadura civil-militar e assim tem sido até hoje. Vem, desde então, praticando o discurso único: as Forças Armadas "salv aram o Brasil" e o que foi feito ou como foi feito não pode ser objeto de questionamento. A voz uníssona e congelada no tempo tem sido mantida nos comunicados do Clube ao longo de duas décadas de democratização. Parece um disco quebrado.
O Clube Militar foi fundado em 1887, dois anos antes da proclamação da República que ajudou a fundar por meio de um golpe militar, e reúne representantes das três Forças. Sintomaticamente tem ainda como sub-denominação "A Casa da República". A palavra casa remete a esfera privada, assuntos íntimos, espaço da autonomia e da soberania particular de uma família ou grupo. O Clube nasceu assim, concebendo a República como assunto privativo dos militares. A "Casa" que deveria protegê-la era a dos militares. Da mesma forma, a "Casa" deveria protegê-los.
Nas últimas semanas, temos observado uma ampla circulação de notas e pronunciamentos do Clube bem como reações da Presidência da Rep� �blica e do Ministério da Defesa. Resumindo, representantes da reserva das três Forças lançaram nota criticando a presidente Dilma Rousseff por ser complacente com pronunciamentos de auxiliares diretos favoráveis à punição de torturadores; a presidente pediu ao ministro da Defesa para censurar a nota; o Clube reagiu dizendo que o ministro não tinha autoridade ou legitimidade; a presidente pediu punições, etc. O que está em jogo em meio a esses atos de indisciplina, censura, indelicadeza e falta de civilidade? Vou listar algumas razões.
Em primeiro lugar, a recorrente defesa militar da Lei da Anistia na forma como foi concebida em 1979 e mantida até hoje por meio de recente decisão do STF. Ou seja, impedindo que os agentes do Estado que praticaram tortura ou outras formas de desrespeito aos direitos humanos sejam levados a julgamento.
Em segundo, a crítica à Comi ssão da Verdade criada em novembro do ano passado que, sem pretensão punitiva, visa identificar o destino de mortos e desaparecidos no Brasil - cerca de 370. O Clube, assim como alguns partidários da punição aos torturadores, entende que a Comissão pode ser uma brecha para possíveis ações cíveis.
Em terceiro, está claro que embora o Clube seja o porta-voz dos militares para temas corporativos, a Força mais empenhada em manter o status quo é o Exército. Os governos militares foram governos de generais. Os assinantes dos manifestos do Clube são basicamente dessa Força. Menos de 10% dos signatários pertencem à Marinha ou à Aeronáutica. O Exército foi a Força mais envolvida na política e na repressão durante a ditadura civil-militar e a que mais ecoa a ideia de que precisa ser protegida pela "Casa".
Em quarto, o episódio reflete a falta de comando político e civil dos pres identes eleitos desde o fim da ditadura sobre as Forças Armadas. Todos os presidentes civis foram complacentes com atos de indisciplina e com a inércia que marcam a instituição. Houve uma postura comodista: "Não vamos mexer com os militares porque eles podem causar problemas". Com isso, manteve-se certa autonomia nas questões militares e incentivou-se as Forças Armadas a continuarem tendo poder de veto em questões políticas.
Em quinto, observa-se que os grandes ausentes em todo esse debate são o Congresso Nacional e os partidos políticos. Os temas da verdade histórica, da possível revisão da Lei de Anistia ficaram afeitos ao Executivo e ao Judiciário. Lembre-se o óbvio: o Legislativo é único órgão que pode fazer ou refazer leis.
Finalmente, este é mais um episódio de uma história longa de déficits no controle político e democrático das Forças Armadas no País. O que está em jogo não são ape nas as possíveis ações cíveis que possam advir da Comissão da Verdade, mas a autoridade dos poderes democráticos no sentido de decidir sobre temas de direitos humanos e de construção de uma visão menos arrogante, de todas as partes, sobre quem pode falar pela história.
A Comissão da Verdade propõe-se a apurar o que aconteceu com nossos mortos e desaparecidos. Este direito não pode ser negado às famílias. O que vier depois daí poderá ser objeto de novos debates e embates. Assim é a vida. Melhor debater, rever, reconstruir do que fazer a defesa inerte de um "dever envergonhado" que compromete a estatura, a imagem do País, mas principalmente, nossos valores humanos.
sexta-feira, 30 de março de 2012
ELEIÇÃO EM PÁDUA NÃO ESTÁ DECIDIDA, DIZEM ANALISTAS
A família Padilha domina a política de Pádua há muitos anos. Na análise de blog, que acompanha os fatos à distância, essa possibilidade é muito remota. Em pleitos anteriores, a família "Padilha" foi contestada nas urnas pela família "Mansur". Primeiro pelo patriarca da família "Mansur", Michel, depois pela esposa, Maria.
Quem será que vai candidatar-se em oposição ao atual prefeito?
Segundo a mesma fonte, o nome não teria sido escolhido oficialmente, mas há quem diga que seria de um médico paduano, que nunca envolveu com nenhum pleito.
Vamos aguardar!!!
quinta-feira, 29 de março de 2012
VISITA DE SENADOR FOI ESVAZIADA EM MIRACEMA
O senador recebeu a maior votação da região Noroeste Fluminense na cidade de Miracema, portanto, é sua primeira visita à cidade, após a eleição, não tendo nenhum serviço prestado aos miracemenses.
Agora é aprender a lição: NÃO VOTEM NELE NA PRÓXIMA!
quinta-feira, 22 de março de 2012
SUSPENSA CONSTRUÇÃO DE MINERODUTO QUE PASSA NO NOROESTE FLUMINENSE
terça-feira, 20 de março de 2012
O VOSSO TANQUE GENERAL, É UM CARRO FORTE - Bertold Brecht
Homens,
Mas tem um defeito
- Precisa de um motorista
O vosso bombardeiro, general
É poderoso:
Voa mais depressa que a tempestade
E transporta mais carga que um elefante
Mas tem um defeito
- Precisa de um piloto.
O homem, meu general, é muito útil:
Sabe voar, e sabe matar
Mas tem um defeito
- Sabe pensar


